Grandes nomes do empreendedorismo que construiram empresas que mudaram nossa maneira de vivar. grandes visionários, inovadores, e líderes do nosso tempo.

Você acha seu trabalho difícil? Se você é dono de um startup com certeza acha. Mas Tom Chavez na Super{set} coordena 6 startups!

Chavez acredita que construir e coordenar startups pode ser resumido a um processo quase cientifico, e prova que ele e seu time sabem fazer isso depois de vender as startups Rapt para a Microsoft e Krux para a Salesforce por um total de R$4.9 Bilhões.

Agora a Startup da vez é a Super{set}, que Chavez e seu time fundaram com o objetivo de construir, financiar e coordenar outras startups. A Super{set} já arrecadou fundos de mais de R$270 milhões e está atualmente coordenando 6 Startups.

Super{set} team
Tom Chavez, Jae Lim, Jen Elena and Vivek Vaidya.

Além da Super{set} investir nas startups em Early Stage e oferecer a expertise do time, ainda afirmarem: “Nós trazemos companhias para o mercado 10x mais rápido e com uma eficiência de capital 5x maior”, ainda há um especial, o Super{set} Code. Um conjunto com guias e ferramentas para eliminar o trabalho redundante.

Os guias do Super{set} Code cobrem formação de plano de negócios, estratégias de pitch, go to market, machine learning, princípios de administração, processos de RH, métodos de venda, finanças, guias para processos legais e muito mais. Chavez diz: “Eu não acho que você possa sistematizar uma startup, mas sei que você pode acelerar e reduzir os riscos”.

Hoje a primeira startup do Super{set} veio a tona, a Eskalera. Ela ajuda empresas a manterem seus funcionários talentosos, acompanhando a evolução desses funcionários e oferecendo programas que impulsionarão suas carreiras e vida pessoal.

Super{set} eskalera

Chavez é o CEO, mas pretende deixar o cargo com outra pessoa, para que ele possa gastar seu tempo fundando outras startups. Entre as 6 startups da Super{set} trabalham 55 funcionários, e 2 das 6 já estão lucrando e estarão prontas para emergir nos próximos 9 meses.

O mais interessante? O levantamento de fundos para a Eskalera e para as outras 5 startups vêm com termos legais únicos. As startups pagam mais Equity por mais dinheiro. Isso por que Chavez e sua equipe não são board members normais, pois como Chavez fala em suas entrevistas, “Nós estamos ombro a ombro com os empreendedores”. Eles são super skin in the game, trabalhando lado a lado com os empreendedores, e a Super{set} ainda traz experts em inteligência artificial, data science e em outras áreas, que são alinhados com as companhias no portfolio.

Para finalizar, Chavez fica do lado das companhias que estão no portfolio mesmo nos tempos difíceis. Ele fala: “Minha primeira companhia teve vários problemas e um Pivot enorme. Nós até tivemos um empreendedor que desistiu. Algumas pessoas perderam convicção, mas nós trouxemos a companhia de volta e vendemos ela por R$ 750 Milhões depois das pessoas dizerem que ela não valia nada. Nos sentimos muito bem”. Mas, se todos do boarding concordarem que a empresa não tem volta, ela é fechada.

Entenda o que nos faz não amar nosso trabalho, onde está o erro com as nossas crenças e como ser feliz enquanto trabalha.

Você sabe o verdadeiro porquê de você não amar o seu trabalho? A vida por si só já nos parece uma contradição. Entendemos muito pouco sobre a realidade. E, na maioria das vezes, complicamos o pouco que entendemos mais do que o necessário. Em outras palavras, temos dificuldades em simplificar as coisas e acabamos tornando elas mais pesadas do que realmente são.

O trabalho em si não existe

O conceito de sacrificar o seu tempo em troca de dinheiro é algo culturalmente construído.

Biologicamente falando, somos geneticamente programados para conquistar as coisas através do esforço. Isso porque essa programação mantém viva a luta pela sobrevivência, que é uma definição de trabalho. Ou seja, não existe uma regra que defina uma quantidade específica de trabalho que deve ser cumprida. Logo, o excesso já traz um grande ponto negativo quando falamos do por que você não ama seu trabalho.

Nós criamos regras arbitrárias para manter o mecanismo econômico funcionando, o que não é necessariamente ruim, mas isso criou um contraste. Graças a estas distinções, separamos as coisas que queremos curtir e aproveitar das coisas que precisamos fazer para que possamos manter nossa habilidade de fazer coisas que queremos. 

Confuso?

Quando pensamos em trabalho nós automaticamente o comparamos com nosso tempo livre, que, por definição, são opostos. Com essa comparação nós construímos a ideia de que trabalho não é algo que deve ser prazeroso

Olhe para a formalidade dentro das grandes (e pequenas) empresas. Todo mundo vestindo ternos e máscaras, para se passarem por pessoas que eles não são. Essas máscaras foram formadas pela ideia de que “se não é para ser prazeroso, eu não posso ser quem eu realmente sou”.

“Estamos completamente envolvidos por um sistema econômico muito estranho, que divide o seu dia em trabalho e diversão. Trabalho é algo que todo mundo faz e você é pago para fazê-lo porque ninguém se interessa por fazer isso de outra maneira. Em outras palavras, isso é tão abominável e chato que você deve ser pago para fazê-lo. E o objetivo do trabalho é ganhar dinheiro. E o objetivo de ganhar dinheiro é para poder ir para casa e aproveitar o dinheiro que você acaba de ganhar. Quando você percebe isso, você vê, que é assim que você compra prazer”, Allan Watts.

Sacrificar tempo por dinheiro é cultural.

Mesmo que você ame seu trabalho e ele te mantenha satisfeito o suficiente para que você continue engajado, dedicado e motivado, a ideia de que você está “trabalhando” ainda traz a sensação de que tudo isso é algo forçado. Isso por que ao invés de escolher você está fazendo tarefas e demandas que foram determinadas a você.

Escolha é uma necessidade humana fundamental para que você se mantenha motivado e sinta que possui controle sobre algo, e nossa construção mental sobre o que é trabalho extirpa e elimina nossa sensação de escolha.  Ou seja, é algo fundamental para que você ame seu trabalho.

Como todos nós temos que viver e “ganhar” a vida, sabendo que isso tomará uma grande parte do tempo que dispomos, devemos pensar em maneiras para fazermos desse tempo o mais prazeroso possível.

Claro, nem todas as circunstâncias permitem que vejamos o trabalho como algo diferente do que ele é. Portanto, entendendo isso, compreendemos que podemos criar uma abordagem mais fluída e tranquila aos compromissos profissionais simplesmente reduzindo o peso e o contraste / comparação entre o que você gosta e o que você não gosta de fazer. Esse é o primeiro passo para tornar o seu trabalho melhor.

O segredo é se divertir


Como eu disse, separar trabalho e diversão é o principal fator que faz você não amar o seu trabalho. Porque, então, não tratar tudo como diversão? Nós somos seres divertidos por natureza. Quando crianças, aprendemos e conhecemos o mundo através de nossas brincadeiras inocentes. Depois que crescemos, a maioria das atividades que consideramos divertidas, seja ela ler, fazer exercícios ou simplesmente ter momentos de ócio criativo, tudo isso são nossas formas de diversão. Todas essas atividades são jogos aos quais nos colocamos dentro deles. Por isso, é mais do que possível você “gameficar” o seu trabalho e torná-lo muito mais divertido.

Mas e se eu tenho um trabalho chato e que eu odeio?


Sabe aquele cara alegre, que está sempre sorrindo e fazendo piadas? Ele trabalha na mesma empresa que você. Muitas vezes em cargos piores e mais maçantes. Mas, por ele enxergar a vida de forma diferente e colocar as coisas chatas como algo divertido, ele é capaz de sorrir, mesmo fazendo as mesmas coisas que você.

Como? 

Oras, amar o seu trabalho é simples, pois tudo o que conhecemos é definido através de palavras que nos trazem a mente conceitos. Portanto, em essência, limites são ilusórios. E nós nos esquecemos disso frequentemente. Qual é o seu limite entre trabalho e diversão? Seja ele qual for, com certeza ele é diferente do meu! 

Vê? Isso é um conceito, criado por cada um de nós. Portanto, uma ilusão (que se torna verdade a partir do momento em que acreditamos nela como tal). 

Nós escolhemos deliberadamente onde vamos focar nossa atenção e nos esforçamos para fazer o melhor possível. Se fizermos bem uma tarefa, entramos em um mundo de alegria e satisfação. Geralmente, esse é o padrão de nossas emoções enquanto trabalhamos.

A diversão, ao contrário, não é algo que possui um padrão que precisa de um sinal para agir de um jeito ou de outro. Se divertir é uma habilidade natural de todo ser humano, uma capacidade inata de nosso cérebro – tanto que crianças não sabem fazer outra coisa a não ser se divertir (Claro, isso quando não estão chorando porque interrompemos a diversão delas com nossas obrigações e preocupações da vida adulta).

Transformar em hábito a execução de tarefas pode ser muito mais fácil do que você imagina.

Nada no mundo é verdadeiramente interessante. As coisas se tornam interessantes quando colocamos tempo e esforço para torná-las interessantes para nós. Por isso, se você flexibilizar a sua definição de trabalho e diversão, na maior parte do tempo você conseguirá transformar o seu trabalho em algo divertido.

Você precisará fazer apenas duas coisas para que isso se torne uma realidade para você: 

1. Se mantenha no momento presente, ao invés de ficar pensando a cada segundo quando tal tarefa vai terminar para você se ver livre dela.

2. Transforme suas demandas e tarefas em algo desafiador. Se a tarefa é repetitiva, desafie-se a fazer melhor do que simplesmente repetir um ato mecânico. Se a tarefa é muito monótona e cansativa, transforme-a em um jogo com etapas a serem vencidas. 

No fim, eu garanto que você irá se divertir com o seu trabalho mais do que pode imaginar. E, no mínimo, você terá se salvado de uma corrida dentro de um labirinto – sem sentido – que não te levará a lugar nenhum. Você se diverte trabalhando porque isso é agradável para você, não porque você está perseguindo um desejo qualquer de sucesso imaginado.

O trabalho toma mais tempo de sua vida do que qualquer outra coisa.

Mais tempo do que você tem para si mesmo, mais tempo do que você pode aproveitar com sua família e mais tempo do que você terá para ver o seu filho crescer e se desenvolver. Então, porque você continuará a lutar contra isso, sabendo que você terá que fazê-lo? Quando criamos um contraste entre Trabalho vs Diversão nós tratamos o trabalho como o oposto da diversão.

Honestamente, essa narrativa cultural que nos leva a comparar ao invés de integrar trabalho e diversão, não me interessa. Se você enxergar a sua vida de uma forma mais fluída, como um compromisso de responsabilidade, e se você tratar esses compromissos como diversão, não haverá razões para que seu trabalho seja uma fonte de insatisfação.

As coisas em que você se diverte só são divertidas por que…

Por que de alguma maneira você coloca o tempo e o esforço necessários para que elas se tornem divertidas. Eu não gostava de ler quando era adolescente, hoje não passo um dia sem ler algum livro.

E, se você se encontra em um trabalho em que você não vê possibilidade alguma de se divertir, é hora de fazer mudanças em sua vida. Claro, você tem contas para pagar assim como todo mundo, mas isso não impede que você considere novas alternativas. Como um cara chamado Allan Watts disse: “É melhor ter uma vida curta, cheia de alegria e de coisas que você gosta do que ter uma vida longa de uma maneira miserável.”

Our Idea Of Work Is Completely Wrong

Para Finalizar :Onde está nossa atenção, ali está a nossa vida. 

Simplesmente direcione sua atenção a algo diferente. Ao invés de ficar alimentando pensamentos de “que trabalho de merda”, “que chefe de merda”, “que lugar de merda”, comece a focar a sua atenção e energia em coisas melhores e mais positivas.

Afinal, gostar do seu trabalho é crucial para sua felicidade.

Agora que você já entende que trabalho é algo que pode ser positivo, entenda também o que você precisa fazer para conseguir investidores para seu negócio. E trabalhe feliz, como esse leão marinho:

No começo de sua startup o CEO é a pessoa responsável tanto por tomar as decisões mais difíceis quanto por levar o lixo para fora do escritório (ou da garagem). Com o tempo, se aprende um monte de coisas: sobre pessoas, sobre vendas, liderança, gestão, marketing, tech, mas principalmente sobre si mesmo.

E nenhuma dessas coisas mais importantes você descobrirá em livros…

Alguns tipos de experiências só se aprende vivendo, errando, caindo e levantando. No entanto, há conhecimentos e experiências comuns, que de uma forma ou de outra, você como CEO de uma startup com certeza viverá. Por isso, eu tenho um monte de conselhos para você. Eles te ajudarão, de fato! Mas nenhum deles substituirá o seu senso crítico ao viver, na prática e dia-a-dia, o brilhante desafio de transformar uma startup em sucesso.

1. Curta o caminho

Esse é o primeiro da lista, e o segundo mais importante. Como empreendedores ambiciosos e de sonhos grandes, tendemos a ficar extremamente ansiosos pelos resultados rápidos, ver nossa visão realizada. E quer saber? Muita coisa vai dar errado. Isso é uma certeza. Portanto, cuidado ao tentar apressar o rio. Lembre-se de curtir o caminho, pois a verdade é que você nunca terá um ponto de chegada definitivo, até que você venda (ou quebre) sua startup. E isso demora, em média, 7 a 10 anos. Já pensou viver tenso e ansioso por tanto tempo assim?

2. Escute para entender, não para responder

Seres humanos são ótimos em ouvir, mas péssimos em escutar. Quantas vezes você ouviu uma pessoa e, antes mesmo que ela terminasse de falar, você já estava com a resposta na ponta da língua, esperando para responder? Essa é uma reação quase natural do ser humano, que é péssima para qualquer CEO cultivar.

Quando respondemos sem compreender a real natureza daquela situação, apenas reagimos. Esse é um impulso quase instintivo. Sedentos por colocar para fora nossa opinião, esquecemos de compreender o que a outra pessoa está querendo dizer.

Como CEO, você carrega a visão da empresa, o coração e a alma. Você também vende a empresa o tempo todo. Seja para clientes, investidores, para os próprios funcionários… Se você não estiver disposto a entender as pessoas, ao invés de apenas ouvi-las, você terá enormes dificuldades em gerar resultados.

Você não entenderá bem seus clientes e como melhor servi-los, não entenderá sua equipe, o motor da sua startup, e assim ficará perdido. Você será ótimo em colocar a culpa em inúmeros fatores e pessoas, menos na sua incapacidade de entender a real raiz do problema e como buscar uma solução. Pare de querer responder as pessoas sem antes buscar entendê-las. Isso sozinho fará muito por você e por sua empresa.

3. Você não constrói startups sozinho

Lembre-se sempre, você nunca está sozinho. Mesmo que tenha começado tudo sozinho, você possui família, amigos, funcionários, investidores… Divida o peso com eles, não é necessário carregar tudo sozinho, só porque no começo foi assim. Eles estão ali para isso, e aposto que terão o maior prazer em compartilhar o peso com você. Afinal, todos estão compartilhando do seu sonho, de alguma forma. Do contrário, ninguém estaria ali. Fale com eles, jamais se afaste quando as coisas parecerem difíceis e sem solução.

4. Não se arrependa e jamais lamente. Aja com o que tem e com o que sabe no momento

Quer saber a verdade fundamental de se criar startups de alto impacto?

AS COISAS VÃO DAR ERRADO.

Várias e várias vezes. Você perde a conta rápido! As métricas sobem e depois descem. Os clientes “churnan”, um funcionário se demite e te deixa “na mão” de forma inesperada. O crescimento (tração, product/market-fit, escala) poderia ser muito melhor…

Sabe de uma coisa? Você sentiria o mesmo se estivesse em uma nave espacial ou em uma ferrari. É importante dar um passo atrás e enxergar o cenário maior, a “big picture”. Coloque seus desafios em perspectiva e lembre-se do primeiro conselho!

5. O trabalho do CEO irá mudar drasticamente

Seu primeiro trabalho é construir o alicerce, a máquina de vendas e o produto que irá atrair clientes e gerar faturamento. Eventualmente seu trabalho começará a se tornar cada vez mais sobre criar a máquina que constrói e movimenta todas as outras máquinas… A máquina do coração (da cultura), a máquina do marketing e vendas, a máquina do produto e a máquina do propósito. Chega a hora que tudo começa a ser sobre contratar, liderar, gerenciar… Prepare-se para se sentir estranho quando você começar a desprender pelo menos metade do seu tempo contratando e delegando.

6. Dashboards não substituem estratégia

Todo mundo fala sobre ser data-driven hoje em dia. Particularmente, eu não era data-driven, e aprendi a ser. O que foi ótimo e hoje eu não abro mão dos dados. Mas você precisa definir sua estratégia e suas métricas devem segui-la, não o contrário.

Make no mistakes.

Para garantir que sua estratégia irá funcionar, ter um monte de dashboards jamais substituirá a capacidade de gerar insights de produto e uma estratégia forte.  

7. Dinheiro é importante

Buscar dinheiro no mercado, o que chamamos fundraising, é muito importante para o crescimento da sua startup. Entenda investimentos como um combustível de foguete, que vai fazer o seu Palio se tornar uma Ferrari. E conseguir captar investimento pode parecer um milestone importante, mas ele só adiciona mais responsabilidade ao próximo passo. Quando o dinheiro do investidor cai na conta da sua empresa, aquele é apenas o início da largada de uma corrida que irá durar anos. Então não se empolgue e jamais pense que algo já esta ganho.

8. CEOs vencedores focam na vitória, os perdedores focam em olhar para os vencedores

Talvez você esteja criando algo que ninguem nunca fez antes… Se esse é você, saiba que você é uma rara excessão. O que eu quero dizer com isso? No mundo de hoje, conectado e com tanta informação disponível, existe uma chance de 80 para 1 de que alguem já está fazendo, no mínimo algo parecido com o que sua startup faz.

Portanto, jamais foque sua energia na concorrência. Conheça muito bem o seu mercado, seus clientes e seus concorrentes. Mas jamais se preocupe demasiadamente com os concorrentes, a ponto de criar estratégias e ações baseadas nos movimentos deles. Isso é falta de visão. Continue mantendo seu foco em atingir suas metas e concretizar sua visão de futuro. Não tenha medo dos cães que latem quando o seu carro passa.

9. Alimentar seu networking é fundamental

Construa relacionamentos sólidos e de longo-prazo com seus funcionários, investidores e pessoas do seu ecossistema. Eu espero que sua startup tenha sucesso. Mas, se isso não acontecer, você ainda deve se mostrar capaz e interessado em construir e alimentar seu networking, porque você ainda tem um futuro.

Além disso, networking, assim como os dados, é o novo petróleo do século XXI. Você jamais se arrependerá, e eu prometo que você fará grandes amigos enquanto faz negócios.

10. Leia e releia esses dois livros:

Hard thing about hard things, do Ben Horowitz. O Ben é nada menos que um dos early employees do Netscape, um nos primeiros navegadores do mundo, e o responsável por fundar uma das bases da internet como a conhecemos hoje. Depois, ele e seu parceiro Marc Andreessen, fundaram a Opsware, o primeiro servidor de cloud do mundo (os caras inventaram a nuvem!), que foi vendida para a HP por 1,65 bilhões de dólares em 2007.

Depois do exit, eles fundaram a Andreessen Horowitz, um dos fundos de venture capital da “nova geração” que contribuiu decisivamente para uma abordagem mais eficiente de investimentos em startups. Depois de jogar os dois jogos, de founder e de investidor, com toda essa bagagem ele escreveu o livro Hard thing about hard things, que você deve ler e re-ler várias vezes!

High Output Management. Andy Grove talvez não seja um empreendedor muito famoso para as novas gerações. Isso não significa que ele não seja um dos melhores. Ele é ex-CEO da Intel e criador das OKR’s, método de gestão de resutltados que tomou as graças das empresas de alto crescimento, devido a sua simplicidade e efetividade.

Ler e re-ler High Output Management vai transformar você em um CEO melhor e a sua startup uma organização mais eficiente e focada. O livro escancara como nenhum outro, as responsabilidades de um gerente e o que você precisa saber sobre seus funcionários e seu papel. Você vai aprender como coletar a informação que você precisa para tomar as decisões certas, como motivar sua equipe e como fazer seu desempenho melhorar.

11. Não se preocupe com conselhos genéricos, incluindo essa lista (sim, esse é bônus!)

Tenha certeza de que as informações que você recebe e que influenciarão suas decisões estão relacionadas com a fase que sua startup está no momento, com seu mercado e também com suas situações específicas (modelo de negócios, fluxo de caixa, etc.). Converse com pessoas que estão dispostas a doar, e irem fundo nesse compartilhamento de informações. Listas como estas aqui são ótimas para dicas genéricas, mas pecam na transferência dessas informações para a prática. Esse conselho é um bônus porque ele é o mais importante da lista!

Elon Musk, além de um empreendedor serial e bilionário com uma fortuna avaliada em mais de U$ 20 bilhões, ele também se destaca por ser polêmico e visionário. Na verdade, são muitos os adjetivos que podem ser atribuídos a Musk.

Ele começou sua trajetória como milionário vendendo o PayPal, fundou empresas, dentre elas a empresa de energia solar chamada Solar City, a montadora de carros elétricos Tesla e também a empresa de turismo espacial, a SpaceX.

Atualmente, Musk promete que em breve faremos viagens turísticas ao espaço e colonizaremos Marte.

Isso faz com que muitos empreendedores e jovens se inspirem na história e nos objetivos visionários de Elon Musk, além de sua personalidade marcante. Por isso separamos 15 livros que esse empreendedor serial e inspirador acha que todos deveriam ler.

 

  1. The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy (O Guia do Mochileiro das Galáxias) – Douglas Adams

Elon Musk cita esse livro em uma entrevista conduzida em 2015 e ainda revela que no painel do Tesla Roadster que foi lançado no espaço, a frase “don’t panic” seria uma homenagem ao livro.

A série conta as aventuras espaciais que Arthur Dent e seu amigo Ford Prefect, onde a dupla escapa da destruição da Terra, pegando carona com uma nave alienígena, graças ao conhecimento de Prefect, um E.T. que vivia na Terra disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisas de campo para o “O Guia Dos Mochileiros Das Galáxias”, o melhor guia de viagens espaciais e interplanetários.

  1. Structures: Or Why Things Don’t Fall Down (Estruturas: Ou Porque As Coisas Não Caem) – J. E. Gordon

Em uma entrevista conduzida na Califórnia, Elon Musk mencionou o livro Structures como uma excelente cartilha para design de estruturas e projetos. É um ótimo livro para quem deseja entender como o mundo a sua volta está sendo construído.

Para quem deseja entender como as pontes não desabam mesmo em horário de trânsito intenso ou os princípios que guiam a construção de um arranha-céu, esse livro vai acalmar suas ansiedades e responder suas perguntas.

Obs: você não precisa ser nenhum engenheiro pra entender bem esse livro.

 

  1. Benjamin Franklin: An American Life (Benjamin Franklin: Uma Vida Americana) – Walter Isaacson

Benjamin Franklin é um dos heróis para Elon Musk. Em certa entrevista, ele mencionou que Franklin era um empreendedor que começou do zero e chegou a resultados impressionantes.

Benjamin Franklin foi de um simples comerciante para um homem que jantava com Reis. Ele ficou conhecido por provar que a luz era eletricidade, através de um experimento utilizando uma pipa.

  1. Superintelligence: Paths, Dangers, Strategies (Superinteligência: Caminhos, Perigos, Estratégias) – Nick Bostrom

Elon Musk está sempre expressando sua posição em relação a Inteligência Artificial. Em uma entrevista no MIT, ele chegou a comparar a Inteligência Artifical com “convocar o demônio”.

E é exatamente disso que se trata esse livro, do impacto da tecnologia na humanidade nas próximas décadas e como vêm transformando a forma como vivemos.

Musk recomenda esse livro para todos que tenham interesse no impacto da Inteligência Artificial e porque devemos ser extremamente cuidadosos na hora de criá-la.

 

  1. Our Final Invention (Nossa Invenção Final) – James Barrat

Seguindo a linha da Inteligência Artificial e seus riscos, em 2014 Elon Musk postou em seu Twitter que o livro Nossa Invenção Final era um livro que merece ser lido.

Em certa entrevista, Musk chegou a dizer que se a Inteligência Artificial tiver um objetivo e a humanidade estiver impedindo-a de atingir esses objetivos, a IA simplesmente destruirá a humanidade sem nem pensar nisso, não por questões de maldade, mas sim pela falta de sentimento. E o livro coloca em questão exatamente isso: o fato da humanidade coexistir com a Inteligência Artificial.

 

  1. Ignition: An Informal History of Liquid Rocket Propellants (Ignição: Uma História Informal de Propelentes Líquidos de Foguetes) – John D. Clark

Enquanto o livro “Structures” foi um guia para construir o foguete, esse livro ajudou Musk a tirar o foguete do chão. Ele relata que este livro ajudou no desenvolvimento da forma que seus foguetes seriam abastecidos.

Dentre os livros citados, nós recomendamos a leitura deste apenas se você for uma pessoa muito interessada em química ou desenvolvimento de foguetes, pois é um livro focado em uma área muito específica.

  1. The “Foundation” Trilogy (Trilogia Fundação) – Isaac Asimov

A tecnologia está finalmente chegando em um ponto em que humanos serão capazes de habitar outros planetas e armazenar todo o conhecimento obtido. E esse livro traz toda essa perspectiva.

É um dos livros preferidos de Elon Musk e podemos ver relação e a influência que teve em sua vida e na sua forma de pensar.

 

  1. Life 3.0: Being Human in the Age of Artificial Intelligence (Vida 3.0: Ser Humano na Era da Inteligência Artificial) – Max Tegmark

Ao longo deste artigo, podemos perceber um padrão, afinal, é o terceiro livro de Inteligência Artificial que estamos falando sobre. Porém, neste é retratado os aspectos positivos e a forma que a IA pode trazer progressos para a humanidade.

São levantadas questões sobre pontos como: como podemos seguir progredindo e prosperando através da automação sem que isso afete a renda das pessoas; que conselho profissional devemos dar às crianças de hoje em dia e mais assuntos relacionados a essa tecnologia em específico.

 

  1. The Lord of The Rings (O Senhor dos Anéis) – J. R. R. Tolkien

Enquanto era jovem e estava crescendo, Elon Musk era um pequeno garoto nerd que mergulhava nos mundos da ficção. Esse mundo da ficção foi responsável por dar forma as características de Musk.

Em uma entrevista para o The New York Times, ele menciona que os heróis dos livros que ele leu sempre sentiram o dever de salvar o mundo e quem conhece a história dele sabe que ele também possui esses mesmos valores.

 

  1. Zero to One: Notes on Startups, or How to Build the Future (De Zero a Um: O Que Aprender Sobre Empreendedorismo Com o Vale do Silício) – Peter Thiel

Peter Thiel e Elon Musk se conhecem a algum tempo e ambos ficaram ricos com a venda da PayPal e lançaram diversas companhias após isso.

É um livro excelente e de fácil leitura, é curto e objetivo e traz uma perspectiva sobre a influência e importância do mindset empreendedor no desenvolvimento de startups.

 

  1. The Moon Is a Harsh Mistress – Robert A. Heinlein

O premiado livro The Moon Is a Harsh Mistress foi recomendado por Musk em 2014 em uma entrevista ao MIT (Massachusetts Institute of Technology).

É um romance repleto de política, humanidade, paixão, especulação tecnológica e inovadora e uma firme crença na busca da liberdade humana. Um livro que certamente traz visões e perspectivas para mentes inovadoras como a de Musk.

 

  1. Merchants of Doubt (Comerciantes da Dúvida) – Naomi Oreskes e Erik M. Conway

É um livro que traz a reflexão sobre as diversas empresas que estão causando danos enormes ao planeta e aos humanos e vem se mascarando através das relações públicas .

Musk mencionou e indicou esse livro em uma postagem no Twitter no ano de 2013.

 

  1. Einstein: His Life and Universe (Einstein: Sua Vida e seu Universo) – Walter Isaacson

Esse livro retrata a biografia de Albert Einstein, nos levando a uma jornada mostrando como ele saiu de um escritório de patentes em que se sentia frustrado para um vencedor do prêmio nobel capaz de mudar o mundo.

Musk é um grande fã das biografias escritas por Isaacson, isso acontece porque o autor se posiciona de uma forma bem familiar, demonstrando o espírito rebelde dos jovens e da paixão pela descoberta e entendimento de sua existência, característica que também podemos identificar em Elon Musk.

 

  1. Howard Hughes: His Life and Madness – Donald L. Barret & James B. Steele

A história de Howard Hughes é uma das que inspiraram Elon Musk. Ele recomenda as pessoas lerem, porque retrata sobre conseguir dinheiro, fama e sucesso, que é algo que muita gente que se inspira nele busca. Porém esse livro mostra que se você não tiver cuidado, o dinheiro, fama e sucesso podem sair caro e pode ser colocado em jogo toda essa riqueza.

Muitos dizem que Elon Musk é o Howard Hughes da atualidade.

 

  1. The “Culture” Series – Iain M. Banks

Essa é uma série completa que também inspirou o executivo Elon Musk. Certa vez, Musk se descreveu como um utópico anarquista, alinhado com os livros de Iain M. Banks.

Iain M. Banks é considerado um dos autores preferidos do Vale do Silício, porque ele retrata visões realistas sobre como será o futuro da sociedade.

 

Conclusão:

E aí, qual desses livros você já leu e qual deles você recomendaria as outras pessoas lerem? E se não leu nenhum, comenta qual será o primeiro que você vai pegar para ler.

Conta pra gente aqui nos comentários!